A abertura do 42º Congresso COCAL começou quebrando a própria lógica de um congresso tradicional. Em vez de auditório, cadeiras enfileiradas e palco convencional, os participantes foram recebidos no Coqueiral do Beach Park, com os pés na areia e acomodados em lounges de formatos orgânicos, em uma experiência que transformou o ambiente em parte do conteúdo.



Promovido pela COCAL – Federação de Entidades Organizadoras de Congressos e Afins da América Latina, ABEOC Brasil e ABEOC Ceará, o Congresso reuniu em Fortaleza profissionais e lideranças da indústria de eventos de diferentes países. Para abrir essa programação, a proposta foi justamente experimentar na prática aquilo que o próprio setor discute: novas formas de reunir pessoas, criar conexões e construir eventos mais interativos.
A programação no Coqueiral trouxe conteúdo sobre eventos interativos dentro de uma configuração que convidava à participação e à troca. O público deixou a posição tradicional de plateia para ocupar um espaço mais fluido, informal e integrado ao cenário natural do Beach Park.

Depois do conteúdo, a experiência continuou dentro do próprio destino. Os congressistas tiveram uma tarde no parque, transformando o primeiro dia também em um momento de convivência, entretenimento e relacionamento entre profissionais vindos de diferentes lugares da América Latina.
Na estrutura de produção do Congresso, Micheline Camarço, Diretora Executiva da Alas Eventos, esteve na Coordenação Geral do 42º COCAL, enquanto Thaís Escóssia, Diretora Criativa, foi responsável pela Gestão Criativa do evento e esteve diretamente à frente da produção e operacionalização da abertura no Beach Park.


Produzir esse primeiro dia envolveu transformar uma área externa e naturalmente informal em um ambiente capaz de receber simultaneamente conteúdo, público, audiovisual, mobiliário, alimentação, identidade visual, fornecedores e operação, preservando justamente aquilo que fazia daquele espaço uma experiência diferente.
A escolha não foi apenas cenográfica. Um congresso sobre o futuro dos eventos começou propondo uma maneira diferente de viver um evento — sem paredes, com os pés na areia e com o encontro entre as pessoas ocupando o centro da experiência.
