DFB FESTIVAL 2026

Em 2026, o DFB Festival transformou Fortaleza em um grande circuito de moda, cultura e economia criativa, tendo o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura como ponto central e expandindo sua programação para locais históricos da cidade, como a Rua dos Tabajaras, o Estoril e a Ponte dos Ingleses.

Mais do que concentrar o público em um único espaço, a edição incorporou a própria cidade à experiência do Festival. Desfiles itinerantes, experiências, exposições, música, gastronomia, formação, ativações de marcas e ações culturais ocuparam diferentes ambientes, aproximando moda, patrimônio, criatividade e espaço urbano ao longo da programação.

Esse formato trouxe também uma nova dimensão para a produção. Com atividades acontecendo em diferentes pontos da cidade, o projeto exigiu uma operação integrada entre estruturas temporárias, acessos, deslocamentos, fornecedores, equipes técnicas, estilistas, artistas, patrocinadores e programações simultâneas. Cada local possuía características e necessidades próprias, mas todos precisavam funcionar como partes de uma mesma experiência.

Como Diretora de Produção do DFB Festival 2026, Thaís Escóssia, Diretora Criativa da Alas Eventos, foi responsável pela condução operacional do projeto, coordenando suas diferentes frentes de produção e garantindo a integração entre planejamento, fornecedores, montagem, patrocinadores, estilistas, equipes, programação e execução.

Sua atuação envolveu também o acompanhamento das entregas comerciais e experiências dos patrocinadores, a interface com estilistas e diferentes núcleos do Festival e a articulação entre as demandas criativas e aquilo que precisava ser viabilizado operacionalmente em cada espaço.

Em um projeto dessa dimensão, a produção começa muito antes da abertura dos portões. Cronogramas de montagem, circulação de materiais e equipes, estruturas, demandas de marcas, necessidades técnicas e mudanças entre programações precisam funcionar de maneira coordenada para que diferentes acontecimentos possam ocupar Fortaleza simultaneamente.

Em 2026, essa lógica ganhou uma escala ainda mais particular: o DFB não ocupou apenas um espaço de eventos — ocupou a cidade. Do Dragão do Mar à Praia de Iracema, diferentes cenários de Fortaleza passaram a fazer parte da narrativa do Festival, conectando a produção de moda contemporânea à cultura, à arquitetura e à identidade da cidade.

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